Aventureiros de Elenöir

Travessia pela floresta

Segunda e terceira sessões de jogo. O grupo parte em direção à montanha solitária do centro dos Bosques Selvagens a fim de matarem um dragão.

A Partida
O grupo recebe o reforço de Azilen (Tedy), que une-se ao grupo esperando ajudá-los na próxima aventura. Os heróis reúnem-se com o líder do vilarejo de Gladstad. São oferecidas 300 moedas para cada um se o problema com o dragão fosse resolvido, ou 600 moedas caso matassem o dragão de vez. Tentados pela oferta, decidem ir à caça da besta. Reunindo informações, conseguem alguns itens sem custos para ajudá-los em sua aventura, inclusive um cavalo, que passou a carregar o equipamento mais pesado. Porém, acabaram matando o açougueiro da vila em uma cena caótica (sem serem descobertos) e, posteriormente, conhecendo uma anciã, curandeira do vilarejo, que lhes dá uma dose de veneno para ajudá-los em sua busca.

Gnolls
O grupo de aventureiros parte para a floresta enfim. Também parte [:sir-aldengar], um paladino que também aceitou a missão, mas seguiu independente dos personagens dos jogadores. Depois de algum tempo de caminhada na selva, o grupo é surpreendido por um grupo de Gnolls, e acaba travando uma batalha contra os mesmos. Após muito esforço, conseguiram vencê-los e saírem todos sem muitas sequelas de combate. Especial atenção para Narwen (Lizy), que usou muito bem uma parede invisível para matar um dos gnolls em fuga, e para Azilen (Tedy), cuja serpente deu um bote, entrando por um grande ferimento feito por Mayra (Dani) no gnoll e cravando suas presas no coração da besta.

Vasculhando os Gnolls, Narwen encontra um pote enrolado em couro, que ao abrirem revelou um liquido, identificado por Azilen como sendo uma poção curativa da cultura fira. E acabam obtendo também alguns itens de combate, armas e armaduras usados pelos Gnolls. Ao fim do combate, o grupo resolve descansar um pouco e saborear o maravilhoso pó que Úflu (Gabriel) conseguiu durante a aventura, e comendo suas secas e nutritivas comidas de viajantes. Levantando acampamento, prosseguem sua viagem em direção a montanha que diz-se habitar o dragão que desejam encontrar.

Os Monges Pagãos
Após algumas horas de caminhada, ouvem alguns sons a frente, aparentando seres racionais. Nisto, Azilen envia sua serpente, monitorando sua visão telepática, e vê apenas um clarão branco que ofusca sua visão de calor. O grupo decide chegar pacificamente e conversar com quem seja for. Chegando lá, encontram um elfo e dois humanos (respectivamente, Voluf, Agur e Barat), que não demonstram sinais de agressividade também ao vê-los. Também encontram uma fogueira no centro das árvores.

Narwen percebe que eles são adoradores da natureza (pagãos), especificamente do elemento da água, por suas várias tatuagens espalhadas pelo corpo e pelos itens que carregavam. Tinham vestes leves e portes físicos avantajados, o que pode classificá-los como monges. Voluf mostra-se um praticante das artes mágicas de manipulação das forças naturais, enquanto os outros dois parecem ser combatentes marciais. Os dois grupo conversam pacificamente depois que o susto se vai, se identificam, e falam sobre os seus objetivos, já que se encontraram no mesmo trajeto.

Quanto o assunto do dragão que atormenta Gladstad vem a tona, os monges reagem com espanto, demonstrando saberem do que se trata. Narwen conta sobre o que o dragão fez, e o que ele quer, e mais ainda, sobre o que poderia resolver o caso, sendo encontrar o cálice, ou matar o dragão. Os monges revelam seres membros de um grupo de guardiões do cálice, que por um ataque de Gnolls, perderam muito de seus membros. Os Gnolls, segundo eles, vieram da montanha, expulsos pelo próprio réptil alado, que parece ter ameaçado as bestas e mandando-as encontrarem o cálice em troca de seus lares novamente.

Fim da Travessia
Os dois grupos então se dispõem a encontrar o dragão e matá-lo. Após um breve descanso, o grupo parte em direção a montanha. No trajeto, porém, se deparam com um rio cortando diretamente seu caminho, sem dar opções de prosseguir. Azilen invoca uma criatura alada feita de fogo vivo, que atravessa o rio, e derruba uma grande árvore, que cai e transforma-se em uma ponte improvisada para a travessia, auxiliada por plataformas invisíveis criadas magicamente por Narwen e evidenciadas por pedras pequenas jogadas sobre elas. Após muito esforço, o grupo consegue atravessar, inclusive seu cavalo, que por pouco não foi engolido pela correnteza.

Dois dias de caminhada depois, o grupo chega aos pés da montanha, e logo vêem o dragão deixando o pico do monte e indo na direção contrária a deles. Mesmo assim, os aventureiros tentam escalar o monte. Um dos monges que esta junto ao grupo, Agur, escala uma parte da montanha e arremessa uma corda para o grupo subir junto a ele. Todos sobem, chegando a uma superfície um pouco plana. Voluf, o elfo monge, usa um pouco de sua desconfiança e começa a apalpar a montanha, encontrando uma rocha que, ao ser puxada, revela um túnel escuro.

Azilen invoca um elemental do fogo pequeno para iluminar o caminho deles, e o grupo o adentra. O túnel tem paredes de tijolos de pedra, adornados com várias escritas nas paredes. O grupo continua caminhando pelo corredor e encontra uma escada em espiral para cima feita como que por alguém com grandes conhecimentos de arquitetura.

Fim da segunda e terceira sessões

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JWillian

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